Todos nós, sem exceção, merecemos uma segunda chance. Uma terceira ou quarta também, se necessário. E quando digo nós, é nós mesmo (!), no sentido mais amplo que se possa imaginar.

Pense que, sem perdão, não pode haver um bom futuro.

Pense que…
Aliás… você já observou uma galinha em um novo quintal? Um cão em uma nova casa? Uma pessoa em um novo ambiente de trabalho? As reações de alguém ou bicho humilhado? Se não, observe. Por favor, observe quando for possível, pois é uma boa analogia de nós mesmos inseridos ‘na vida’.

Simplesmente… existimos. Já parou para pensar no que é isso?

EXISTIR.

VOCÊ EXISTE!

E não foi por sua escolha. Você simplesmente… existe.
Onde estou? O que posso fazer? O que é isso? O que é aquilo? Eu quero. Eu não quero. O que acontece se…?

A curiosidade do que ainda não conhecemos vai existir sempre, ainda que repitamos a mesma lição mil vezes.

Se ainda não cessamos a procura, é porque, obviamente, ela não terminou.

Se percorremos caminhos obscuros ou estúpidos aos próprios olhos ou aos olhos de outrem, também faz parte da construção.

E te digo, neste processo é impossível não machucar alguém alheio a você. É impossível não machucar a si próprio(a).

E digo mais, ainda que suas atitudes pareçam vis, ainda que pareçam subjugadas, o mais importante é manter a consciência do perdão; Manter viva a capacidade de abraçar quando necessário; Manter viva a chama capaz de queimar o ego, as críticas e comentários de pouca consciência.

Lembre-se: sempre existirão babacas na sua vida, e estes também precisam ser perdoados.

Somos andarilhos confusos e curiosos. Sem o perdão de quem pode perdoar, não vamos muito longe.

Perdoe. Perdoe-se. Quantas vezes forem necessárias.

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